Especialidade

Incontinência urinária

Perder urina ao tossir, rir ou correr até o banheiro não é "normal da idade". Investigo o tipo de incontinência que você tem e apresento as opções de tratamento para o seu caso.

Como aparece

Como a incontinência se manifesta

Ela pode aparecer de formas diferentes, e o tipo define o tratamento. Reconhecer o seu padrão ajuda na consulta.

Perda ao esforço

Escapes ao tossir, espirrar, rir, pular ou carregar peso.

Urgência

Vontade súbita e intensa de urinar, às vezes com perda antes de chegar ao banheiro.

Idas frequentes ao banheiro

Urinar muitas vezes durante o dia ou acordar várias vezes à noite.

Perda mista

Combinação de escapes ao esforço e urgência, comum depois dos 40.

Absorvente por precaução

Passar a usar protetor ou evitar atividades por medo de escapar.

Infecções urinárias de repetição

Cistites frequentes, que podem estar ligadas às mudanças da mucosa e da bexiga.

Por que isso acontece

Por que a perda de urina acontece

1. A continência depende da bexiga, da uretra e da musculatura do assoalho pélvico, que sustenta esses órgãos. Gestações, partos, esforço repetido, envelhecimento e a queda hormonal da menopausa podem enfraquecer esse sistema.
2. A bexiga também pode ficar mais sensível, ou "hiperativa", causando urgência. Cada tipo de incontinência tem uma causa e um tratamento diferentes.
3. Por isso a avaliação vem antes: conversamos, examino e, quando necessário, peço exames para saber qual é o seu caso.

Dra. Marcela Ribeiro
  • Mito

    "Perder urina é normal depois de ter filhos ou de certa idade."

  • Realidade

    É comum, mas não precisa ser aceito. Existem avaliação e tratamento, e procurar ajuda cedo costuma facilitar o cuidado.

  • Mito

    "O único tratamento é cirurgia."

  • Realidade

    Muitos casos começam com tratamentos não cirúrgicos, como fisioterapia do assoalho pélvico, mudanças de hábitos e medicamentos. A cirurgia é reservada para situações específicas.

Minha abordagem
Dra. Marcela Ribeiro Ginecologista · CRM 23739 · RQE 14467
Incontinência é um sintoma, não um destino. Meu trabalho é descobrir de onde ele vem e montar, com você, um plano que comece pelas opções mais simples e eficazes.
  1. Diagnóstico do tipo

    Identifico se a perda é de esforço, de urgência ou mista, porque cada uma pede um caminho.

  2. Do simples ao complexo

    Começamos por orientações, fisioterapia e tratamentos clínicos, e consideramos procedimentos quando indicados.

  3. Equipe e acompanhamento

    Trabalho com fisioterapeutas e outros especialistas e acompanho a sua evolução.

Como funciona

A sua linha
de cuidado

Você não vem para uma consulta isolada. Você entra em um processo contínuo de avaliação, cuidado e acompanhamento.

  1. 1

    Avaliação ampla

    Escuta completa: sintomas, ciclo, histórico, exames, metabolismo, sono, sexualidade e estilo de vida.

  2. 2

    Diagnóstico claro

    Identificação da fase hormonal, revisão ou solicitação de exames e definição das prioridades de cuidado.

  3. 3

    Plano individualizado

    Estratégia personalizada, hormonal, não-hormonal ou combinada, com indicação clínica e decisão compartilhada.

  4. 4

    Acompanhamento

    Reavaliações periódicas, ajustes conforme a evolução e seguimento até a melhor resolução da sua queixa.

Para quem é essa consulta

Você se
reconhece aqui?

  • Mulheres que perdem urina ao tossir, rir, correr ou carregar peso
  • Quem sente urgência intensa e corre para o banheiro
  • Quem usa absorvente "por segurança" e evita atividades por medo
  • Quem teve filhos ou está na menopausa e notou mudança na bexiga
  • Quem acha que "é normal" e nunca falou sobre isso com um médico
Dra. Marcela Ribeiro

Não tem certeza se é o seu caso?

Fale comigo pelo WhatsApp. Me conta o que você está sentindo, e a gente vê juntas qual é o melhor caminho.

Perguntas frequentes

Ficou com alguma dúvida?

Reuni as perguntas que mais ouço no consultório. Se a sua não estiver aqui, é só me chamar.

Perguntar pelo WhatsApp
Perder urina é normal depois dos 40?

É frequente, mas não precisa ser aceito como normal. Existem causas identificáveis e tratamentos.

Preciso fazer exames?

Depende. Começo pela conversa e pelo exame ginecológico e, se necessário, solicito exames de urina ou de função da bexiga para definir o tipo.

Fisioterapia pélvica realmente ajuda?

Para muitas mulheres, sim. O fortalecimento e a coordenação do assoalho pélvico são uma das bases do tratamento, quando indicados e bem orientados.

A menopausa piora a incontinência?

A queda hormonal pode afetar a mucosa e a sensibilidade da bexiga e contribuir para os sintomas. Por isso a fase da vida entra na avaliação.

Quando a cirurgia é indicada?

Em casos selecionados, depois de tentar tratamentos não cirúrgicos ou quando há critérios específicos. A decisão é compartilhada, com todas as informações.

Agende sua consulta

O primeiro passo é conversar

Conte o que você está sentindo e vamos construir juntas um plano de cuidado individualizado, com acompanhamento até a melhor resolução possível.

Dra. Marcela Ribeiro