Perder urina ao tossir, rir ou correr até o banheiro não é "normal da idade". Investigo o tipo de incontinência que você tem e apresento as opções de tratamento para o seu caso.
Conteúdo por Dra. Marcela Ribeiro CRM 23739 RQE 14467
Ela pode aparecer de formas diferentes, e o tipo define o tratamento. Reconhecer o seu padrão ajuda na consulta.
Escapes ao tossir, espirrar, rir, pular ou carregar peso.
Vontade súbita e intensa de urinar, às vezes com perda antes de chegar ao banheiro.
Urinar muitas vezes durante o dia ou acordar várias vezes à noite.
Combinação de escapes ao esforço e urgência, comum depois dos 40.
Passar a usar protetor ou evitar atividades por medo de escapar.
Cistites frequentes, que podem estar ligadas às mudanças da mucosa e da bexiga.
1. A continência depende da bexiga, da uretra e da musculatura do assoalho pélvico, que sustenta esses órgãos. Gestações, partos, esforço repetido, envelhecimento e a queda hormonal da menopausa podem enfraquecer esse sistema.
2. A bexiga também pode ficar mais sensível, ou "hiperativa", causando urgência. Cada tipo de incontinência tem uma causa e um tratamento diferentes.
3. Por isso a avaliação vem antes: conversamos, examino e, quando necessário, peço exames para saber qual é o seu caso.

"Perder urina é normal depois de ter filhos ou de certa idade."
É comum, mas não precisa ser aceito. Existem avaliação e tratamento, e procurar ajuda cedo costuma facilitar o cuidado.
"O único tratamento é cirurgia."
Muitos casos começam com tratamentos não cirúrgicos, como fisioterapia do assoalho pélvico, mudanças de hábitos e medicamentos. A cirurgia é reservada para situações específicas.
Incontinência é um sintoma, não um destino. Meu trabalho é descobrir de onde ele vem e montar, com você, um plano que comece pelas opções mais simples e eficazes.
Identifico se a perda é de esforço, de urgência ou mista, porque cada uma pede um caminho.
Começamos por orientações, fisioterapia e tratamentos clínicos, e consideramos procedimentos quando indicados.
Trabalho com fisioterapeutas e outros especialistas e acompanho a sua evolução.
Você não vem para uma consulta isolada. Você entra em um processo contínuo de avaliação, cuidado e acompanhamento.
Escuta completa: sintomas, ciclo, histórico, exames, metabolismo, sono, sexualidade e estilo de vida.
Identificação da fase hormonal, revisão ou solicitação de exames e definição das prioridades de cuidado.
Estratégia personalizada, hormonal, não-hormonal ou combinada, com indicação clínica e decisão compartilhada.
Reavaliações periódicas, ajustes conforme a evolução e seguimento até a melhor resolução da sua queixa.

Fale comigo pelo WhatsApp. Me conta o que você está sentindo, e a gente vê juntas qual é o melhor caminho.
Conversar pelo WhatsAppReuni as perguntas que mais ouço no consultório. Se a sua não estiver aqui, é só me chamar.
Perguntar pelo WhatsApp →É frequente, mas não precisa ser aceito como normal. Existem causas identificáveis e tratamentos.
Depende. Começo pela conversa e pelo exame ginecológico e, se necessário, solicito exames de urina ou de função da bexiga para definir o tipo.
Para muitas mulheres, sim. O fortalecimento e a coordenação do assoalho pélvico são uma das bases do tratamento, quando indicados e bem orientados.
A queda hormonal pode afetar a mucosa e a sensibilidade da bexiga e contribuir para os sintomas. Por isso a fase da vida entra na avaliação.
Em casos selecionados, depois de tentar tratamentos não cirúrgicos ou quando há critérios específicos. A decisão é compartilhada, com todas as informações.
Conte o que você está sentindo e vamos construir juntas um plano de cuidado individualizado, com acompanhamento até a melhor resolução possível.
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