Ressecamento, dor, queda do desejo e outras queixas íntimas são mais comuns do que se fala, e têm abordagem. Aqui você é ouvida com privacidade, sem constrangimento e sem pressa.
Conteúdo por Dra. Marcela Ribeiro CRM 23739 RQE 14467
Muitas mulheres convivem com essas queixas por anos antes de falar sobre elas. Você não precisa esperar piorar para pedir ajuda.
Sensação de secura, ardência ou coceira no dia a dia e durante a relação.
Dor durante a penetração ou depois dela, que pode ter causas hormonais, musculares ou emocionais.
Diminuição do interesse sexual, que pode estar ligada a hormônios, cansaço, humor e relacionamento.
Mudanças na resposta sexual que incomodam e merecem ser investigadas, sem julgamento.
Candidíase, vaginose ou cistite que voltam com frequência e atrapalham a rotina.
Alterações que causam desconforto ou insegurança e precisam de diagnóstico correto.
1. A saúde íntima depende de hormônios, de músculos, de nervos, da flora vaginal e também de emoções e de contexto. Quando um desses fatores muda, a vida sexual e o conforto no dia a dia podem mudar junto.
2. Depois dos 40, a queda do estrogênio pode afinar e ressecar a mucosa, o que favorece dor e infecções. Esse quadro é conhecido como síndrome geniturinária da menopausa e tem tratamento.
3. Outras causas também contam: medicamentos, parto, cirurgias, estresse, tensão da musculatura do assoalho pélvico e a relação com o próprio corpo. Por isso a investigação olha para o conjunto.

"Dor na relação é normal depois de certa idade."
Dor não é algo a aceitar. Ela tem causas identificáveis e, na maioria dos casos, há o que fazer para melhorar o conforto.
"Falta de desejo é só questão de cabeça."
O desejo sofre influência de hormônios, saúde, sono, humor e relacionamento. Investigar cada um desses fatores faz parte do cuidado.
Falar de sexualidade ainda é difícil para muitas mulheres. Meu compromisso é criar um espaço em que você possa falar com privacidade e ser levada a sério.
Você conta no seu tempo, e a consulta respeita o seu ritmo e os seus limites.
Avalio fatores hormonais, musculares, infecciosos e emocionais antes de propor qualquer tratamento.
Quando necessário, trabalho em conjunto com fisioterapia pélvica, psicologia ou terapia sexual.
Você não vem para uma consulta isolada. Você entra em um processo contínuo de avaliação, cuidado e acompanhamento.
Escuta completa: sintomas, ciclo, histórico, exames, metabolismo, sono, sexualidade e estilo de vida.
Identificação da fase hormonal, revisão ou solicitação de exames e definição das prioridades de cuidado.
Estratégia personalizada, hormonal, não-hormonal ou combinada, com indicação clínica e decisão compartilhada.
Reavaliações periódicas, ajustes conforme a evolução e seguimento até a melhor resolução da sua queixa.

Fale comigo pelo WhatsApp. Me conta o que você está sentindo, e a gente vê juntas qual é o melhor caminho.
Conversar pelo WhatsAppReuni as perguntas que mais ouço no consultório. Se a sua não estiver aqui, é só me chamar.
Perguntar pelo WhatsApp →Não é algo a ser aceito. Pode ter várias causas, como ressecamento, tensão muscular ou infecções, e a maioria pode ser avaliada e tratada.
Nem sempre. Começamos conversando, e o exame físico é feito quando indicado, com a sua autorização e no seu ritmo.
Sim. Dependendo do caso, podem ser indicados hidratantes e lubrificantes, tratamentos hormonais locais ou outras estratégias, definidos após a avaliação.
Depende da causa. Investigamos fatores hormonais, de saúde, de humor e de relacionamento, e traçamos o plano a partir disso. Em alguns casos, envolve outros profissionais.
Sim. O atendimento é sigiloso, conforme o Código de Ética Médica, e as informações da consulta ficam protegidas.
Conte o que você está sentindo e vamos construir juntas um plano de cuidado individualizado, com acompanhamento até a melhor resolução possível.
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